Exposições - "Poesia-me" e "Poesia Visual"
Exposições realizadas na Escola Seomara da Costa Primo com trabalhos da responsabilidade dos alunos das turmas 3ºTT, 3ºTGPSI e 3ºTD1 ("Poesia-me") e das turmas 3ºTT, 3ºTGPSI, 3ºTD1 e 3ºTF ("Poesia Visual")
Exposições realizadas na Escola Seomara da Costa Primo com trabalhos da responsabilidade dos alunos das turmas 3ºTT, 3ºTGPSI e 3ºTD1 ("Poesia-me") e das turmas 3ºTT, 3ºTGPSI, 3ºTD1 e 3ºTF ("Poesia Visual")
No dia 18 de abril inaugurou, na Galeria da Associação 25 de Abril, a exposição Sinais de Liberdade, constituída por duas reportagens fotográficas, vários cartazes alusivos ao 25 de Abril e alguns poemas sobre o tema Liberdade.
Todos os trabalhos são da autoria de alunos da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, os quais, conforme salientou a historiadora e membro da Associação 25 de Abril, Dra. Marília Afonso, acalentaram e desenvolveram o trabalho magnífico de, artisticamente, refletir e interpretar o significado do 25 de Abril.
Durante a sessão usaram da palavra a citada historiadora, o presidente da Associação 25 de Abril, Coronel Vasco Lourenço, o diretor do Agrupamento de Escolas Amadora Oeste, professor Rui Fontinha e a professora bibliotecária da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, Maria de Lurdes Almeida.
O evento contemplou ainda a entrega dos prémios e menções honrosas relativos ao concurso do cartaz oficial comemorativo dos 44 anos do 25 de Abril, a leitura expressiva dos poemas sobre a liberdade escritos pelos alunos e a interpretação, a voz e violino, do poema Jornadade José Gomes Ferreira, musicado pelo Maestro Fernando Lopes Graça.
A exposição Sinais de Liberdade estará patente na sede da Associação 25 de Abril até ao próximo dia 4 de maio.
A equipa da biblioteca Seomara
O poeta Eugénio de Andrade deixou de ser um ilustre desconhecido para os alunos das turmas 1, 3 e 6 do 12º ano.
Numa parceria entre as professoras de Português, Elisa Moreira e Renata Muller, e a professora de Educação Física Joana Maurício, decorreu uma atividade musical a partir de um dos textos poéticos de Eugénio de Andrade:
Passamos pelas coisas sem as ver
Passamos pelas coisas sem as ver,
Gastos, como animais envelhecidos:
Se alguém chama por nós não respondemos,
Se alguém nos pede amor não estremecemos,
Como frutos de sombra sem sabor,
Vamos caindo ao chão, apodrecidos.
O pai da Joana Maurício musicou, os alunos e professoras cantaram, o poeta, a melodia, a mensagem, ficarão para sempre na memória.
Nem só a “matéria” apontada nos “Programas” oficiais das disciplinas produz o principal efeito que todo o professor deve esperar – a resposta positiva à pergunta: os alunos aprenderam alguma coisa? Sim, aprenderam!