Corações que Tremem do Grupo AbreMundos estreia a 5/Maio em Alfornelos na Mostra de Teatro de Escolas


O Grupo de Teatro AbreMundos participa na XXIV Mostra de Teatro das Escolas da Amadora promovido pela Câmara Municipal da Amadora. No âmbito da 1ªfase desta mostra, apresentamos a nova peça intitulada "ESTA GUERRA NÃO É NOSSA!" no Teatro Passagem de Nível, em Alfornelos.
Agradecemos ao município da Amadora pela iniciativa e pelo apoio/ incentivo à participação.
Para a Direção do Agrupamento dirigimos também uma palavra de agradecimento por todas as formas de apoio a este grupo.
Anunciaremos brevemente as datas de apresentação no nosso agrupamento: fiquem atentos!


Convites para assistir à peça às 21 horas , levantam-se na RECEÇÃO do pavilhão E.


O Grupo AbreMundos tem o prazer de apresentar a sua peça Corações que Temem à comunidade escolar e local.
As sessões da manhã estão reservadas a turmas acompanhadas dos respetivos professores.
Já a sessão da tarde estará aberta também à comunidade mais alargada, por isso quem ainda não teve oportunidade de assistir, poderá requisitar um convite (número limitado) na receção, no bloco E, a partir de quarta feira, dia 27 e até 2 horas antes do espetáculo.
Esperamos por vós!


A peça do grupo AbreMundos fez "tremer" o público e o júri da Mostra de Teatro de Escolas da Amadora e... passámos à 2ª fase!
É a oportunidade de levar esta abordagem de Brecht + AbreMundos aos Recreios da Amadora, no dia 13 de maio, às 21h30.
Aqui fica apenas uma amostra da estreia desta "viagem" exigente, profunda e bela.
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Créditos de imagem: Luís Alexandre
Brevemente anunciaremos as apresentações no Auditório da Seomara, estejam atentos!
"Vão para a vossa terra". Assim começaram as 'Perce(p)ções', peça de teatro da companhia Teatro dos Aloés a que o grupo AbreMundos assistiu no dia 24 de novembro, nos Recreios da Amadora.
Uma representação sobre como as nossas perceções nos tornam desiguais, entre o medo e a coragem de ser no mundo - um momento de formação artística e reflexão para o grupo, para aguçar ainda mais o seu espírito crítico e prepará-los técnica e emocionalmente para a peça deste ano.
Endereçamos uma palavra de agradecimento ao Teatro dos Aloés pela oportunidade de assistir, gratuitamente, a mais uma peça marcante, do texto à interpretação, passando pela notável encenação de Elsa Valentim.
A melhor forma de valorizarmos o trabalho de companhias de teatro como os Aloés é IR. Sempre!
E depois, espalhar a mensagem.
Viva o Teatro!
No dia 19 de novembro, a nossa escola recebeu a visita da atriz Carla Chambel, que veio partilhar com o grupo AbreMundos o seu conhecimento e paixão pelo teatro.
A oficina de expressão dramática, conduzida pela Carla, foi um momento único de aprendizagem e treino sob um olhar de artista.
As dinâmicas de grupo incluíram técnica, noção de espaço, projeção de voz, movimento, sensibilidade, intensidade e improviso. Acima de tudo, foi a afirmação da magia do teatro, visível na entrega especial deste grupo.
Agradecemos à Carla pela disponibilidade e dedicação a um propósito tão nobre.
Texto e fotos de AbreMundos
Foi a atriz Carla Chambel que, depois de assistir à criação do AbreMundos do ano anterior, nos lançou o desafio de mergulhar em Brecht. E nós aceitámo-lo com o coração nas mãos. Ao lermos O que diz sim. O que diz não., deixámo-nos impregnar pelas suas perguntas, inquietações e a forma como Brecht nos obriga a olhar para a condição humana sem conforto nem máscaras. Mas, pelo caminho, percebemos também que precisávamos de acrescentar as nossas próprias histórias, os nossos próprios episódios de medo e coragem, de queda e resistência. Foi assim que nasceram os Corações que Tremem.
Na XXVI Mostra de Teatro das Escolas da Amadora, o Grupo de Teatro AbreMundos levou à cena um espetáculo feito de partes de si. Levou as fragilidades, os silêncios, as inquietações e as perguntas de um grupo de jovens e adultos que encontrou no teatro um lugar raro de encontro consigo próprios e com os outros.
Estreia no Teatro Passagem de Nível, 5/5/2026
Como escreveu o professor Francisco Pessoa Júnior, da Escola Superior de Teatro e Cinema, depois de assistir à peça - numa carta tão amavelmente dirigida ao AbreMundos - havia em cena “humanidade e realidade manifestas”, uma “apropriação real e tangível das vivências dos próprios intérpretes”, permitindo ao espetador reconhecer “as suas próprias alturas e quedas, luzes e sombras”. Talvez tenha sido precisamente isso que tornou esta criação tão especial: a audácia de não representar apenas personagens, mas de se representarem também a si mesmos, nas suas dúvidas, medos e pequenas resistências diárias.
Dos longos ensaios, passando pela residência artística às apresentações nas salas de espetáculo da Amadora, este grupo percebeu que o teatro transcende a subida ao palco. Com o teatro aprende-se a ouvir, a olhar, a cair, a continuar. Constrói-se comunidade e, nas palavras dos jovens atores, uma espécie de família. Vimos isso nas suas mãos estendidas, nos silêncios respeitados, nos corações transportados para a cena como metáfora do que carregamos em nós e nem sempre conseguimos transmitir literalmente.
Segunda apresentação nos Recreios da Amadora, Mostra de Teatro Escolas, 13/5/2026
Na Gala final da Mostra, as palavras de agradecimento revelaram exatamente isso: que o teatro transforma profundamente quem o vive. E transforma porque obriga a uma exposição rara num mundo habituado a esconder fragilidades. Ali, naquele palco, houve espaço para tremer. E tremer tornou-se força.
Há grupos que permitem mesmo que o teatro os atravesse verdadeiramente. O AbreMundos pertence a esse lugar mais difícil e mais bonito. Um lugar onde cada aluno cresce enquanto ator, mas sobretudo enquanto pessoa. Onde se aprende que dizer “sim” e dizer “não” são escolhas humanas, éticas e íntimas, que nos acompanham para lá dos palcos.
Talvez por isso tenha sido tão emocionante ouvir, na carta do professor Francisco Pessoa Júnior, a ideia de que, qualquer que seja o futuro destes jovens - médicos, professores, artistas ou qualquer outra profissão -, o teatro permanecerá neles. Na forma como escutam os outros, como comunicam, como olham o mundo com mais empatia, sensibilidade e coragem.
E talvez seja esse o maior elogio que se pode fazer ao teatro escolar: quando deixa de ser apenas “escolar” para se tornar profundamente humano.
Na XXVI Mostra de Teatro das Escolas da Amadora, os Corações que Tremem lembraram-nos exatamente disso: que há uma beleza imensa em continuar, mesmo quando o coração treme.
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Gala da XXVI Mostra de Teatro de Escolas, Amadora
Mas esta viagem não terminou com a Mostra.
Este ano, até captámos a atenção de um jornal digital local, que nos dedicou um artigo, para nossa surpresa: https://newinamadora.nit.pt/cultura/nova-peca-de-teatro-na-amadora-desafia-o-publico-a-dizer-sim-ou-nao
Tal como aí anunciado, no dia 29 de maio, o Auditório da Escola Secundária Seomara da Costa Primo voltou a encher-se para três apresentações muito especiais. Duas delas decorreram durante a manhã, para a comunidade escolar, particularmente para as turmas a que pertencem os atores e atrizes do AbreMundos. Foi um momento de partilha entre colegas, professores e amigos que puderam finalmente compreender porque é que aqueles jovens ali no palco andavam, nos intervalos (esperamos nós que nos intervalos e não nas aulas!), com a cara enfiada numa certa capa azul, a murmurar texto e a fazer gestos expansivos ou mais contidos, por que passavam tardes inteiras em ensaios, por que insistem em estar e regressar, ensaio após ensaios, ano após ano.
A terceira apresentação teve um significado ainda mais especial. Integrada no compromisso do Agrupamento com a Comissão Social de Freguesia da Venteira, surgiu da proposta e mediação da assistente social Vanessa Rodrigues, permitindo oferecer uma sessão exclusivamente dedicada à população sénior da freguesia. Num território marcado pelo envelhecimento demográfico e por dificuldades económicas que tantas vezes limitam o acesso à cultura, o AbreMundos procurou retribuir à comunidade através daquilo que melhor sabe fazer: criar encontros humanos através da arte.
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Auditório da Escola
E foi impossível não nos emocionarmos quando, no final do espetáculo, uma das utentes presentes se levantou para dizer: «Deveríamos ouvir estas palavras todos os dias... obrigada, AbreMundos!». Talvez nessa frase simples estivesse contido o sentido mais profundo de tudo aquilo que procuramos fazer. Porque o teatro só encontra a sua verdadeira razão de existir quando toca alguém, cria reflexão, ou gera diálogo, e quando até nos ajuda a sentir menos sozinhos.
No final desta temporada, o professor Vítor Cardia, membro do staff e assistente de cena, escreveu que o AbreMundos tem sido "um farol" dentro da escola, pela voz autêntica que procura lançar ao mundo e pelos valores que transporta. E talvez essa seja uma das imagens mais felizes para definir este grupo. Um farol não existe para si próprio, mas para iluminar os caminhos, às vezes de quem corre o risco de se perder.
O Vítor diz e nós concordamos, que Corações que Tremem foi um verdadeiro hino à coragem de ser quem se é; uma reflexão sobre os medos, as expetativas e as circunstâncias que tantas vezes nos afastam de nós mesmos. Porque há momentos em que é preciso dizer não, há costumes que precisam de ser abandonados. Porque há ideias gastas que deixaram de servir. E viver implica escolher, mesmo quando sabemos pouco, mesmo quando o coração treme.
As peças do AbreMundos são, acima de tudo, celebrações da vida. Talvez por isso consigam tocar públicos tão diferentes: colegas de escola, professores, famílias, amigos, profissionais das artes ou utentes séniores da comunidade local. Em todas elas existe uma mesma vontade de pensar um mundo mais livre, mais justo e mais humano.
O Grupo de Teatro AbreMundos agradece profundamente ao Município da Amadora e à organização da Mostra de Teatro das Escolas da Amadora por continuarem a acreditar no teatro enquanto espaço de crescimento humano, artístico e comunitário. Um agradecimento igualmente sentido à Direção do Agrupamento de Escolas Amadora Oeste pelo apoio constante aos projetos artísticos e à criação e por continuar a criar condições que estes jovens encontrem no teatro um lugar de pertença, liberdade e expressão.
Agradecemos ainda à Comissão Social de Freguesia da Venteira e aos seus parceiros pelo reconhecimento do valor transformador da cultura enquanto instrumento de inclusão, participação e bem-estar social, bem como à assistente social Vanessa Rodrigues pela confiança depositada neste grupo e pela oportunidade de aproximar a comunidade local da arte criada pelos nossos jovens.
Uma palavra de enorme gratidão também a todos os professores, famílias, técnicos, colaboradores e amigos que acompanharam este percurso, ajudando a tornar possível os ensaios, os cenários, os figurinos, as luzes, a captação de belíssimas fotografias que aqui partilhamos
E, sobretudo, aos alunos do AbreMundos: por terem a coragem de se exporem e acreditarem. Vejam só como são capazes de coisas tão belas!
Como perguntava o Vítor no final da sua mensagem: «Já imaginaram se o AbreMundos fosse mesmo ouvido?». Depois desta temporada, das salas cheias, das reflexões partilhadas, das lágrimas discretas (ou por demais evidentes!) e dos aplausos repetidos, acreditamos que foi. E que continuará a ser. Porque, quando o teatro encontra a verdade, a sua voz permanece muito para além do último aplauso.
Até para o ano, AbreMundos!
Vítor, Anita, Daniela, Diana, Rita: não há longe nem distância para quem passa pelo AbreMundos. Gratidão pelo que foram e deram: estamos certos que permaneceremos em vós também.
Fotos dos espetáculos captadas por Luís Alexandre, amigo do AbreMundos
Um dia chegou alguém a dizer que tinha tido um sonho.
Contava ela que nesse sonho havia muitas pessoas com falares incomuns, formas extraordinárias, andares inesperados, nomes imprevisíveis.
Havia gente que mostrava ser outra gente, mas todos reconheciam a sua humanidade.
Nesse sonho, as pessoas deixavam os sapatos à porta, sacudiam a poeira do caminho e penteavam as sombras dos cabelos com um apagador.
Esse sonho foi partilhado com um entusiasmo tão contagiante que deixou rendida quem o ouviu. Afinal, era um sonho coletivo!
E aí, o sonho, que no início era só uma ideia, fez-se um jovem projeto, apaixonante e ousado.
As pessoas do sonho apareceram: de todas as idades, formas e feitios, crenças e descrenças, em toda a sua maravilhosa e paradoxal humanidade.
E foi com todas estas pessoas que se formou um grupo com uma vontade irreprimível de se Abrir ao Mundo, de ser os mesmos a ser outros, de (re)contar as histórias da História, de contar novas estórias, de provocar sensações nos encontros com os outros.
Passaram a ocupar um espaço abstrato que se materializa onde quer que estejam, porque o teatro não tem portas nem janelas, mas ajuda a abri-las.
“Sabem porque é que o teatro triunfa? Sabem porque é que as pessoas voltam ao teatro?” questionava Peter Brook, “Porque o teatro não trata de nada em concreto. Trata da Vida”.
Vida ao Teatro! Viva o Teatro!
Um bem-haja a todas as pessoas que estão a dar forma a este sonho chamado Grupo de Teatro AbreMundos. Em breve abriremos uma janela para o palco.
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No dia 28 de maio, alguns dos elementos do Grupo de Teatro AbreMundos tiveram a honra de participar numa aula do Mestrado de Teatro e Comunidade da Escola Superior de Teatro e Cinema, numa iniciativa dinamizada pela professora Rita Wengorovius, em parceria com a associação CRID – Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes e o projeto Palco Iluminado. A sessão contou ainda com a participação do grupo de teatro Grutesco, da Escola Secundária da Amadora, reunindo, assim, estudantes, artistas, utentes e futuros profissionais do teatro num verdadeiro espaço de encontro e criação coletiva.
Sob o tema "Construção de Pontes – Inclusão através da Cena", a tarde foi construída através de dinâmicas de apresentação, exercícios de corpo e voz, exploração do espaço, comunicação não verbal, criação coletiva e momentos de reflexão partilhada. Ao longo das diferentes atividades, os participantes foram convidados a escutar, observar, imaginar, criar e, sobretudo, a relacionar-se através da linguagem universal do teatro, numa experiência profundamente humana.
Nas palavras da professora Rita Wengorovius, que acolheu e organizou este encontro, «o Teatro e Comunidade é um Espaço Democrático e de Encontro». Um lugar onde não se procura a uniformidade, mas antes a celebração da diferença; onde a vulnerabilidade se transforma em potência criativa e onde o coletivo se assume como um corpo plural.
Os participantes tiveram oportunidade de experimentar precisamente essa visão do teatro. A partir dos exercícios de espelho, de escuta e de criação de cenas sobre temas como a empatia, a igualdade, a discriminação, a inclusão e o isolamento, foi possível testemunhar como a arte pode aproximar pessoas com características, idades e experiências de vida muito distintas.
Como referiu a professora Rita, «fazer teatro com a comunidade é, antes de mais, um ato de escuta profunda». O palco deixa de ser apenas um espaço de representação para se tornar um território de vizinhança, onde cada pessoa encontra lugar para contar a sua história e reconhecer a história do outro.
Esta dimensão foi particularmente significativa para os alunos do AbreMundos, habituados a pensar o teatro como um lugar de criação artística, mas também como um espaço de relação e de cidadania. Ao trabalharem lado a lado com estudantes de mestrado, utentes do CRID e elementos do Grutesco, perceberam que o teatro ganha novas possibilidades quando diferentes vozes se encontram e constroem em conjunto.
Outra das ideias partilhadas pela professora Rita marcou profundamente este encontro: «No jogo teatral comunitário, o corpo não executa apenas um texto; o corpo é o texto.» Nas improvisações e dos exercícios de movimento, foi precisamente o corpo, a presença, o olhar e a escuta que se tornaram linguagem comum entre todos os participantes.
O encontro terminou com uma roda final de partilha, na qual cada pessoa pôde expressar aquilo que levava consigo desta experiência. Foram palavras, gestos e emoções que confirmaram aquilo que esteve presente durante a sessão: a certeza de que o teatro pode ser um poderoso instrumento de inclusão, participação e transformação social.
O Grupo de Teatro AbreMundos agradece à professora Rita Wengorovius, aos estudantes do Mestrado em Teatro e Comunidade da ESTC, ao CRID, ao projeto Palco Iluminado e ao Grutesco pela forma generosa como nos acolheram e pela oportunidade de participarem numa experiência tão enriquecedora.
Regressámos à escola com novas aprendizagens, outras perguntas e a convicção reforçada de que o teatro, quando colocado ao serviço do encontro humano, continua a ser uma das mais belas formas de construir comunidade.
No dia 23 de novembro, após mais uma oficina semanal de teatro na escola, o grupo de teatro AbreMundos, da Seomara, organizou-se para ir aos Recreios da Amadora assistir à estreia da mais recente criação teatral do Teatro dos Aloés.
Foi uma excelente forma de socialização entre os elementos do grupo e, sobretudo, uma oportunidade imperdível de assistir a uma peça de teatro contemporânea, fora do âmbito dos currículos escolares.
Trata-se de um espetáculo nascido do Projeto de Intervenção Social e Artística, coordenado pela autora Ana Lázaro, que estabelece um Movimento de aproximação a Comunidades de contextos sociais mais vulneráveis, e onde a palavra é usada "para descrever a realidade, interior e exterior, mas também para inventar, sugerir e sonhar novas realidades".
À saída, todos foram unânimes na forma como apreciaram a peça, no seu caráter emotivo, provocatório e inspirador. Foram tecidos muitos elogios ao texto, à encenação e à interpretação.
Deixamos aqui a nossa forte recomendação: vejam e sintam esta peça.
Não há forma melhor de aprender a fazer Teatro do que VER Teatro! Viva o Teatro!
No passado dia 8 de maio, pelas 16:00, o grupo de teatro AbreMundos, da Escola Secundária Seomara da Costa Primo, subiu ao palco do Teatro Passagem de Nível, em Alfornelos, para representar a peça Não deixem morrer a madrugada, no âmbito da 1ª fase da XXII Mostra de Teatro das Escolas da Amadora.
No dia 4 de maio, às 15:00, tinha sido a vez do grupo de teatro da EBI D. Francisco Manuel de Melo, Apanhados das Cenas, que apresentou a peça A revolta dos micróbios.
A Mostra de Teatro das Escolas é um projeto anual que visa promover o teatro, através da divulgação do trabalho desenvolvido nas escolas do Município. Este projeto permite aos alunos desenvolver a sua imaginação, capacidade cognitiva e exige disponibilidade, rigor e trabalho de equipa.
Ambas as peças foram selecionadas para a 2ª fase e serão apresentadas no Auditório dos Recreios da Amadora e avaliadas presencialmente por júri.
Créditos das fotos: CMA e Carlos Gomes - Não deixem morrer a madrugada, TPN, Alfornelos, 8/5/23
Créditos do vídeo: Carlos Gomes