No dia 10 de novembro de 2025, Dia da Escola, inaugurou no espaço da Biblioteca Escolar a exposição “Seomara”, que reúne uma seleção significativa do espólio da autora. A mostra inclui objetos pessoais, materiais utilizados nas suas aulas, bem como manuais escolares e ainda várias aguarelas da sua autoria.
A seleção e montagem da exposição é fruto de um trabalho colaborativo entre docentes membros da comissão consultiva do plano cultural e docentes da área de ciências - Carlos Ribeiro, Fabíola Sousa, Helena Moita de Deus, Joana Ferreira, Laura Saramago, Margarida Silva, Maria de Lurdes Henriques e Maria João Costa.
A iniciativa, promovida pelo Plano Cultural de Agrupamento (PCA), foi desenvolvida em colaboração com a Biblioteca Escolar. O objetivo é valorizar a memória e o contributo pedagógico e artístico de Seomara da Costa Primo, proporcionando à comunidade educativa um contacto próximo com materiais que marcaram a sua prática docente e com criações suas, que a tornaram uma figura singular.
O grafismo é uma proposta original dos alunos Ana Santos e Márcio Silva, da turma 12º5.
Parte dos elementos da exposição permanecerão disponíveis nas montras da Biblioteca Escolar até ao final do mês de novembro, podendo ser visitada durante o horário habitual.
A mesma integra a programação da Bienal Cultura Educação #2.
Ao longo do presente ano letivo, os alunos da turma 12º5 do Curso Científico-Humanístico de Artes Visuais desenvolveram o projeto "21 Olhares para o Século XXI", uma iniciativa realizada no âmbito da disciplina de Oficina Multimédia B, integrada na parceria estabelecida entre o jornal Público e o Plano Nacional das Artes, que promove a utilização do jornal como recurso pedagógico para o desenvolvimento da literacia dos media.
Partindo da leitura da atualidade através das notícias do Público, os 21 alunos foram desafiados a interpretar cinco temas centrais da Cidadania e Desenvolvimento (Direitos Humanos, Desenvolvimento Sustentável, Democracia e Instituições Políticas, Literacia Financeira e Empreendedorismo e Risco e Segurança Rodoviária), transformando informação em narrativas audiovisuais com uma visão própria sobre o mundo contemporâneo.
Organizados em cinco grupos de trabalho, os alunos construíram um arquivo documental de notícias, investigaram diferentes perspetivas sobre cada tema e desenvolveram um processo criativo que incluiu brainstorming, escrita de guiões, elaboração de storyboards, captação e edição de imagem e som, animação e integração de grafismos. Deste percurso nasceram três curtas-metragens, um podcast dedicado à literacia financeira e uma reportagem baseada em entrevistas sobre sustentabilidade.
Ao longo de todo o processo, os alunos revelaram uma elevada autonomia, capacidade de organização e sentido de responsabilidade, tomando decisões criativas fundamentadas e trabalhando colaborativamente em todas as fases de produção. O projeto permitiu-lhes consolidar aprendizagens técnicas da disciplina, colocando-as ao serviço de uma leitura crítica da realidade e da construção de mensagens com relevância social.
Este projeto traduz, de forma muito clara, os princípios da CoolTOPIA, assumindo a cultura como espaço de encontro entre a arte, a educação e a cidadania. Ao lerem o mundo através do jornal Público e ao responderem-lhe com narrativas próprias, os alunos do 12º5 demonstraram que a escola pode ser um lugar onde se aprende a compreender a realidade, mas também a interpretá-la, questioná-la e imaginar novas formas de a transformar.
A todos os alunos envolvidos fica o reconhecimento pelo empenho, criatividade e maturidade demonstrados ao longo deste percurso, que agora termina com a conclusão do ensino secundário e o início de novos desafios.
Felicitamos igualmente o jornal Público e o Plano Nacional das Artes por esta iniciativa, que aproximou a atualidade do contexto escolar e proporcionou aos nossos alunos uma experiência de aprendizagem significativa, interdisciplinar e profundamente ligada ao mundo em que vivem.
No passado dia 29 de outubro, três docentes do agrupamento participaram no Pitching Escolas para a Bienal Cultura Educação #2 do Plano Nacional das Artes (PNA), um evento que reuniu escolas de todo o país para partilhar práticas inspiradoras que articulam arte, cultura, património e educação.
O AEAO esteve representado por dois projetos, que refletem o compromisso do agrupamento com a criatividade, a inclusão e a valorização do património.
O primeiro, “Seres Imaginários”, é um projeto artístico coordenado pela professora Sandra Duarte, em parceria com a AFID Amadora, que consiste na cocriação de esculturas entre escola e instituição. A iniciativa destacou-se pela exploração do imaginário dos alunos do 2º ciclo e de utentes da AFID, bem como pela promoção da expressão artística como forma de inclusão e diálogo entre alunos e comunidade.
O segundo projeto, “Water is taught by thirst”, consistiu numa atividade artístico-literária de exploração do património local, nomeadamente do Aqueduto da Venteira, desenvolvida pelas docentes Ana Flôr e Margarida Silva e que integrou um projeto eTwinning. Partindo da fruição e exploração do aqueduto, os alunos produziram fotografias, poemas e outros meios que foram publicados num livro de autor.
Os projetos integrarão a programação da Bienal Cultura Educação #2 e estarão em exposição na escola sede do agrupamento durante o mês de dezembro.
Ambos os projetos espelham a missão do agrupamento em cooltivar mentes livres, concretizando o espírito do seu Plano Cultural de Escola — CoolTOPIA —, onde arte, património e comunidade se encontram para construir novas formas de aprender e de sentir.
Um vídeo português que viajou até ao Japão para dar voz às novas gerações.
No passado dia 9 de outubro, o Pavilhão de Portugal na Feira Internacional de Osaka (Japão) acolheu a estreia do projeto audiovisual De Portugal para Osaka, uma travessia de mensagens, iniciativa promovida pelo Plano Nacional das Artes (PNA) em colaboração com 62 escolas da Rede PNA e com o apoio técnico da DGEstE.
A Escola Secundária Seomara da Costa Primo teve a honra de abrir o vídeo com os testemunhos dos ex-alunos de Artes Visuais Oluwasemilore Iwaloye, Mariana Boero e André Meira, que responderam à questão “Como vejo Portugal a partir do local onde vivo?”.
Também os alunos do 12.º5, Rafaela Ferreira e Rúben Lucas, participaram partilhando a sua visão e admiração pelo Japão, enquanto as alunas do 3.º TF, Beatriz Cardoso, Sarah Franchi e Letícia Camilo, deixaram os seus desejos culturais e ambientais para o futuro de Portugal e do mundo.
O vídeo reúne depoimentos de crianças e jovens de todo o país — do continente às regiões autónomas —, num mosaico de olhares que celebra a diversidade cultural e ambiental de Portugal.
O filme integrou a Exposição Internacional de Osaka – 2025, que decorreu entre 13 de abril e 13 de outubro de 2025, e está disponível nos canais oficiais da participação portuguesa, bem como nos recursos educativos do PNA e no canal YouTube da DGEstE.
É com enorme orgulho que a nossa escola se vê representada neste projeto que atravessa oceanos e culturas, levando a voz e a criatividade dos nossos alunos até ao Japão. A sua participação é motivo de celebração para toda a comunidade educativa, que continua a afirmar a escola como espaço de arte, diálogo e cidadania global.
"Coragem" é o tema que orienta as atividades do Plano Cultural do nosso Agrupamento (PCA), no âmbito do Plano Nacional das Artes (PNA), desafiando toda a comunidade educativa a refletir sobre a importância deste valor na construção de pontes entre pessoas, culturas e saberes. A coragem manifesta-se nas pequenas e grandes ações diárias — na curiosidade de aprender, na empatia de compreender o outro e na determinação de ultrapassar barreiras.
Foi neste espírito que o PNA/PCA1 assinalou o Dia Internacional da Tradução, 30 de setembro, com a construção de um mural digital, através de uma Wordcloud, em que se pretendia que alunos de diversas nacionalidades respondessem à pergunta «Como se diz “coragem” na tua língua?»
Tendo como base uma representação da Torre de Babel2, mito que levou ao desentendimento dos homens através da criação de múltiplas línguas, o nosso Agrupamento contraria, todos os anos letivos, este mito em que, apesar das diversas nacionalidades existentes – ao momento presente e apenas no ensino diurno, do pré-escolar ao ensino secundário, existem trinta e sete nacionalidades, é certo que algumas partilham a mesma língua e culturas próximas – , trabalha-se no sentido da compreensão do outro pela progressiva aprendizagem da língua portuguesa, incluindo e respeitando as diferenças. Neste cenário é a coragem individual e coletiva que nos move no sentido da superação e do considerar que as utopias podem tornar-se reais.
O assinalar deste dia foi possível pela colaboração, que agradecemos, com as colegas que lecionam a disciplina de Português Língua Não Materna3 e integram também o Projeto da TurAc3 (turma de acolhimento – que visa a imersão no universo escolar e na cultura portuguesa).
Este gesto simbólico refletiu o espírito CoolTOPIA: “cooltivar mentes livres”!
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1Plano Nacional das Artes /Plano Cultural do Agrupamento
2Representação da Torre de Babel feita por Pieter Bruegel, o Velho – Torre de Babel(que serve como fundo à WordCloud)
3Professoras que colaboraram nesta atividade, por ordem alfabética: Ana Lúcia Água, Nadine Lemos, Sónia Abdulrehman e Tânia Lopes.
O jornal PÚBLICO, em parceria com o Plano Nacional das Artes (PNA) e com o apoio da SONAE, lançou mais uma edição da iniciativa de atribuição de assinaturas digitais a escolas da rede PNA para alunos do secundário. Esta iniciativa tem como principal objetivo promover a literacia dos media, o pensamento crítico e o uso do jornalismo como recurso pedagógico em contexto escolar.
No âmbito desta candidatura, o Agrupamento foi selecionado, passando a beneficiar de assinaturas digitais individuais do jornaldurante os próximos meses. As assinaturas permitem o acesso diário ao jornal e incentivam a utilização de conteúdos jornalísticos no desenvolvimento de projetos educativos.
A turma envolvida neste projeto será o 12º5, que irá utilizar o jornal PÚBLICO como fonte de informação e reflexão para a realização de trabalhos, com especial destaque para o Projeto de Cidadania.
Esta iniciativa constitui uma oportunidade significativa para aproximar os alunos do jornalismo e reforçar o papel da escola na formação de cidadãos conscientes, cooltivando mentes livres!
Temos o prazer de anunciar os resultados do concurso “Olhar Seomara”, iniciativa do Plano Cultural do Agrupamento e do Clube de Fotografia, dedicada à observação artística da natureza em homenagem à nossa patrona, Seomara da Costa Primo, professora de botânica e referência na educação científica.
A fotografia vencedora pertence à aluna Margarida Gomes, do 9.ºF, cuja sensibilidade no olhar e composição da imagem conquistou o júri.
A Menção Honrosa foi atribuída à aluna Maria Coelho, do 9.ºE.
As imagens da vencedora, da menção honrosa e de outros participantes encontram-se expostas desde o dia 10 de novembro, dia da escola e da patrona, junto à entrada da biblioteca.
Agradecemos a todos os alunos que participaram neste desafio. Cada fotografia enviada foi uma demonstração de dedicação, atenção ao detalhe e de coragem — coragem para tentar, para criar e para mostrar ao mundo a sua forma de ver a natureza.
Parabéns a todos os participantes!
Coragem é aceitar desafios, professora Patrícia Gomes