Festival de Ciência - Programa - 11 junho


A Escola felicita a aluna Íris Certo, da turma 8.o A, pelo excelente resultado alcançado no concurso Canguru Matemático Sem Fronteiras.
A aluna obteve o 24º lugar a nível nacional na categoria Benjamim, destacando-se entre milhares de participantes de todo o país. Este resultado é motivo de grande orgulho para a comunidade educativa e reflete o empenho, a dedicação e o gosto pela Matemática demonstrados pela Íris.
A participação neste concurso promove o raciocínio lógico, a resolução de problemas e o pensamento crítico, competências fundamentais para o sucesso académico. O excelente desempenho da Íris constitui um exemplo inspirador para todos os alunos.
Parabéns à Íris Certo por esta meritória conquista e votos de continuação de muito sucesso no seu percurso escolar!

No passado dia 5 de junho de 2026, realizou-se mais uma edição da iniciativa “Vamos Premiar a Excelência”, uma atividade que teve como objetivo reconhecer e valorizar o empenho, a dedicação e o mérito académico dos nossos alunos.
Como forma de premiar os melhores alunos do Agrupamento, do 5.º ao 12.º ano de escolaridade, foi proporcionada uma visita às Piscinas de Santarém, num momento de convívio, diversão e partilha que ficará certamente na memória de todos os participantes.
O Agrupamento felicita todos os alunos distinguidos, congratulando-os pelo excelente percurso escolar, pelo esforço demonstrado ao longo do ano letivo e pelos resultados alcançados. O vosso empenho é motivo de orgulho para toda a comunidade educativa e constitui um exemplo inspirador para os restantes colegas.
Dirigimos igualmente um agradecimento especial aos professores que acompanharam os alunos nesta atividade, pela sua disponibilidade, colaboração e contributo para que tudo decorresse da melhor forma.
Esta iniciativa foi planeada e organizada pelo GAAF (Gabinete de Apoio ao Aluno e à Família) e pelo Grupo de Educação Física.
Parabéns a todos os alunos premiados e votos de que continuem a trilhar um percurso marcado pela excelência, pelo compromisso e pela vontade de aprender.
A todos, os nossos parabéns!

A Biblioteca Escolar D. Francisco Manuel de Melo e o grupo disciplinar de HGP realizaram um trabalho de inquéritos à comunidade sobre o 25 de Abril com as turmas do 6º ano, sob orientação das suas professoras.
Tivemos a participação na Palestra de dois convidados, Olívia Matos, engenheira e sobretudo resistente antifascista, com Rogério Pereira, autor de livros infantis. Através dos seus testemunhos e reflexões, os nossos alunos tiveram a oportunidade de aprofundar conhecimentos e a importância dos valores da liberdade e da democracia, apelando à preservação da memória histórica.
No dia 28 de maio, alguns dos elementos do Grupo de Teatro AbreMundos tiveram a honra de participar numa aula do Mestrado de Teatro e Comunidade da Escola Superior de Teatro e Cinema, numa iniciativa dinamizada pela professora Rita Wengorovius, em parceria com a associação CRID – Centro de Reabilitação e Integração de Deficientes e o projeto Palco Iluminado. A sessão contou ainda com a participação do grupo de teatro Grutesco, da Escola Secundária da Amadora, reunindo, assim, estudantes, artistas, utentes e futuros profissionais do teatro num verdadeiro espaço de encontro e criação coletiva.
Sob o tema "Construção de Pontes – Inclusão através da Cena", a tarde foi construída através de dinâmicas de apresentação, exercícios de corpo e voz, exploração do espaço, comunicação não verbal, criação coletiva e momentos de reflexão partilhada. Ao longo das diferentes atividades, os participantes foram convidados a escutar, observar, imaginar, criar e, sobretudo, a relacionar-se através da linguagem universal do teatro, numa experiência profundamente humana.
Nas palavras da professora Rita Wengorovius, que acolheu e organizou este encontro, «o Teatro e Comunidade é um Espaço Democrático e de Encontro». Um lugar onde não se procura a uniformidade, mas antes a celebração da diferença; onde a vulnerabilidade se transforma em potência criativa e onde o coletivo se assume como um corpo plural.
Os participantes tiveram oportunidade de experimentar precisamente essa visão do teatro. A partir dos exercícios de espelho, de escuta e de criação de cenas sobre temas como a empatia, a igualdade, a discriminação, a inclusão e o isolamento, foi possível testemunhar como a arte pode aproximar pessoas com características, idades e experiências de vida muito distintas.
Como referiu a professora Rita, «fazer teatro com a comunidade é, antes de mais, um ato de escuta profunda». O palco deixa de ser apenas um espaço de representação para se tornar um território de vizinhança, onde cada pessoa encontra lugar para contar a sua história e reconhecer a história do outro.
Esta dimensão foi particularmente significativa para os alunos do AbreMundos, habituados a pensar o teatro como um lugar de criação artística, mas também como um espaço de relação e de cidadania. Ao trabalharem lado a lado com estudantes de mestrado, utentes do CRID e elementos do Grutesco, perceberam que o teatro ganha novas possibilidades quando diferentes vozes se encontram e constroem em conjunto.
Outra das ideias partilhadas pela professora Rita marcou profundamente este encontro: «No jogo teatral comunitário, o corpo não executa apenas um texto; o corpo é o texto.» Nas improvisações e dos exercícios de movimento, foi precisamente o corpo, a presença, o olhar e a escuta que se tornaram linguagem comum entre todos os participantes.
O encontro terminou com uma roda final de partilha, na qual cada pessoa pôde expressar aquilo que levava consigo desta experiência. Foram palavras, gestos e emoções que confirmaram aquilo que esteve presente durante a sessão: a certeza de que o teatro pode ser um poderoso instrumento de inclusão, participação e transformação social.
O Grupo de Teatro AbreMundos agradece à professora Rita Wengorovius, aos estudantes do Mestrado em Teatro e Comunidade da ESTC, ao CRID, ao projeto Palco Iluminado e ao Grutesco pela forma generosa como nos acolheram e pela oportunidade de participarem numa experiência tão enriquecedora.
Regressámos à escola com novas aprendizagens, outras perguntas e a convicção reforçada de que o teatro, quando colocado ao serviço do encontro humano, continua a ser uma das mais belas formas de construir comunidade.